
Não acredito muito que os e-books nos ponham a todos a ler no ecrã, preterindo o papel impresso. Já esta máquina, de que tinha ouvido falar como modelo ou hipótese teórica, mas cuja existência presente e material não julgava para tão breve, poderá mudar com alguma rapidez o modo como se vendem livros. Em plena Charing Cross, a mais apetecível rua londrina para quem gosta de livros, a ‘expresso book machine’ imprime qualquer um dos cerca de meio milhão de livros disponíveis em pouco tempo, permitindo ao cliente regressar a casa com um livro impresso e encadernado debaixo do braço. Há de tudo, desde manuscritos facsimilados até livros técnicos, passando por romances, poesia e o que mais se queira. E nos tempos mais próximos, haverá mais títulos disponíveis. O artigo vem no Guardian, aqui (a fotografia também é do Guardian).
4 Comentários
Abril 24, 2009 ás 10:13 AM
Cara Sara
A existência deste tipo de equipamentos denominados vulgarmente por “book on demand” já tem alguns anos. Várias marcas de equipamentos gráficos tentaram o seu desenvolvimento, no entanto a esmagadora maioria abortou os seus projectos.
Eu como profissional do sector não acredito que esta tecnologia se venha a impor, por variadíssimas razões, que não apenas as de carácter tecnológico.
Abril 24, 2009 ás 5:17 PM
Caro Anónimo,
se tiver tempo e vontade, gostava que explicasse essas razões. Tenho curiosidade de ouvir opiniões sobre o que parece ser uma mudança relevante no sector do livro.
Obrigada,
Sara
Abril 27, 2009 ás 8:57 AM
Não prometo nada para breve, no entanto fica a promessa de lhe enviar alguns dados por email.
Abril 27, 2009 ás 9:41 AM
Muito obrigada!