A leitura vai progredindo a bom ritmo, mas não me vou alongar sobre ela aqui. Registo apenas que lá mais para trás, em ‘A Parte de Amalfitano’, uma aparição confirmou a ideia de que o mundo, nosso e dos outros, cabe inteiro dentro de 2666: um livro de Rafael Dieste e a livraria Follas Novas, em Santiago de Compostela. Uma parte do meu mundo, portanto, a empurrar-me para aquela ideia parva e tão tentadora de que os livros extraordinários também são sobre nós, pelo menos quando os lemos.
