Os balanços são uma praga. Levam tempo a fazer, obrigam a deixar coisas de fora, incluem unicamente os livros que saíram em cada ano, mesmo que outros, mais antigos, nos tenham marcado muito mais, deixam necessariamente de fora livros que não lemos, e que talvez fossem os melhores, e depois desaparecem num instantinho assim que chega Janeiro e novos livros começam a surgir. Ainda assim, é difícil fugir-lhes. Aqui fica, portanto, a minha escolha, um pouco mais alargada do que a que entreguei aos diferentes sítios para onde escrevo, graças ao espaço ilimitado do blog e às regras editoriais da casa, pouco preocupadas com números redondos:
Herta Muller, Tudo o que eu tenho trago comigo (Dom Quixote)
Alexandra Lucas Coelho, Viva México (Tinta da China)
Bejamin Möser, Clarice Lispector – Uma Vida (Civilização)
Mariana Chiesa Mateos, Migrando (Orfeu Negro)
Miguel Rocha, Hans, O Cavalo Inteligente (Polvo)
Gonçalo M. Tavares, Mateo Perdeu o Emprego (Porto Editora)
Don DeLillo, Submundo (Sextante)
Peter Brown, O Jardim Curioso (Caminho)
Paulo Catry, Helder Costa, Gonçalo Elias e Rafael Matias, Aves de Portugal — Ornitologia do território continental (Assírio & Alvim)
Hélia Correia, Adoecer (Relógio d’Água)
Aleksandar Hemon, O Projecto Lazarus (Civilização)
Lyonel Feininger, Os Meninos Kin-Der, Libri Impressi
Roberto Innocenti e J. Patrick Lewis, A Casa (Kalandraka)
Peter Carey, Parrot e Olivier na América (Gradiva)
Mathias Énard, Zona (Dom Quixote)
André François, Lágrimas de Crocodilo (Bruáa)
Manuel da Silva Ramos, Três Vidas ao Espelho (D. Quixote)
VVAA, Diário de Viagem em Lisboa – Sete Colinas, Sete Desenhadores, Quimera
Servem também para tirar algumas dicas…que foi o que fiz!
Boas leituras!
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