Os Iphones, Ipads, Ivárias coisas, gadgets informáticos, redes sem fios, redes sociais de que nunca ouvi falar, tudo isso tem crescido e as Correntes, por terem tantos jornalistas por metro quadrado (e também por terem a Isabel Coutinho, que parece conversar com toda essa parafernália tecnologica como quem bebe um café com um amigo, mesmo que neste momento esteja a praguejar com o seu IPad porque não consegue descarregar o Expresso...), são um bom sítio para tomar o pulso da evolução. Mas este ano, a coisa atingiu níveis indescritíveis. Há quem diga que os blogs morreram, a quantidade de redes de que ouvi falar nestes dias deixou-me assustada, em todos os cantos há gente a enviar coisas para sítios que ainda não consegui compreender e aquele pesadelo de os jornais impressos irem desaparecer ganhou hoje forma em frente aos meus olhos, entre um golinho de vinho e um Abade de Priscos, e ainda não sei bem o que fazer com isso tudo. Porque hoje é o último dia de Correntes, vou tentar não pensar muito no tema, mas parece-me que os próximos dias vão ser ocupados em tão necessária reflexão. Ainda não sei se estou mais espantada do que deprimida, mas quero descobrir depressa. Ah, e o Ipad da Isabel ainda não descarregou o Expresso.
Correntes d’Escritas 2011: coisas em que pensar mais tarde
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Pois é Sara, e eu acabo de me deliciar durante cerca de duas horas a sujar os dedos de tinta na edição de papel do El País. Sem problemas de carregamento. Para trás, para diante. É tecnologia que nunca falha. Um bj
eu até tenho um Ipad mas não acredito que os jornais em papel desapareçam