“(…) a fotografia do grupo estava rodeada por uma coroa de louro impressa, e eles olhavam-no, rapazes de dezoito anos de músculos duros, nascidos em 1885, de bigodes, e com um olhar animal de optimismo no futuro que lhes preparara o destino; apodrecer em Verdun, esvair-se em sangue nos pântanos do Soma, ou no cemitério dos heróis de Château Thierry (…)”
Heinrich Böll, Bilhar às Nove e Meia (Ulisseia, 2011, p.47)