Arquivo de etiquetas: Helena Vasconcelos

Feira do Livro de Lisboa: os nórdicos em debate

Mais logo, às 17hoo, no Auditório da Feira do Livro, participo numa conversa sobre autores nórdicos e a sua recente fortuna entre os leitores portugueses. Na mesa estarão também Hugo Xavier e Helena Vasconcelos, para além do moderador, Tito Couto. O mote é este: “Livros altos, loiros e de olhos azuis. A atracção nórdica”. Desde “Vickie, o Viking” e Magnusson que não se via um tão grande entusiasmo pelo Norte da Europa. Suecos, Dinamarqueses e Noruegueses entraram na nossa dieta mediterrânea sem grande estranheza. A nossa vasta paisagem literária está menos deserta. Tenho de dizer que o Vickie é uma personagem que me é muito cara, mas suspeito que não estará no centro da nossa conversa.

O dom da ubiquidade

Mais logo, às 18h30, na Casa Fernando Pessoa, Ana Luísa Amaral lança o seu mais recente livro, Vozes (D. Quixote). A apresentação será feita por Eduardo Lourenço e haverá leitura de poemas por Filipe Leal, Luís Lucas e a própria autora.

À mesma hora, mas na Ler Devagar da Pensão Amor (Cais do Sodré), Helena Vasconcelos lança Humilhação e Glória (Quetzal), com apresentação de Irene Flunser Pimentel e Julião Sarmento.

Correntes d’Escritas 2012: amanhã, no Cervantes

Como vem sendo hábito, as Correntes d’Escritas encerram em Lisboa, com uma mesa no Instituto Cervantes. O encontro está marcado para amanhã, às 18h30, e na mesa estarão Manuel Moya, Care Santos, Valeria Luiselli, Afonso Cruz e Ana Paula Tavares, moderados por Helena Vasconcelos. A entrada é livre.

Correntes d’Escritas 2012: Sétima Mesa

É a primeira vez que me acontece e não sei se hei-de ficar triste ou contente. Explico: foi impossível arranjar um lugar no auditório para assistir à sétima mesa das Correntes, que decorre neste preciso momento. Não pensem que foi falta de coragem para escrever sentada no chão, ou praticamente acocorada atrás da última fila (como aconteceu ontem à noite); foi mesmo a total impossibilidade de encontrar uns centímetros quadrados de chão livre. Resignada, saí do edifício e pude confirmar, junto da organização das Correntes d’Escritas, que nunca, em tempo algum, o auditório esteve tão cheio. A contenção de custos terá obrigado as Correntes a reduzirem um dia na programação, mas a avaliar pelo entusiasmo com que o público ocupa os lugares do auditório (e inventa não-lugares onde estacionar o corpo) para ouvir o que os escritores têm para dizer confirma que estes dias de Fevereiro são mesmo importantes para a Póvoa de Varzim.

Sobre a mesa, posso dizer que a frase-tema é “as ideias são fundos que nunca darão juros nas mãos do talento” e os participantes são Eugénio LIsboa, Gonçalo M. Tavares, Helena Vasconcelos, João de Melo, Luís Sepúlveda e Onésimo Teotónio de Almeida, moderados por Maria Flor Pedroso. O que vale é que há colegas da rádio que, com a generosidade de sempre, já prometeram passar-me a gravação da sessão mais tarde. Será estranho ouvir tudo já em Lisboa, mas será uma boa maneira de não perder nada.