Correntes d’Escritas 09: malas por fazer…

São dez anos de Correntes d’Escritas. Cerca de cento e vinte escritores estarão na Póvoa de Varzim para falarem do que escrevem, do que lêem e do que que mais quiserem. Ao longo de cinco dias, serão lançados cerca de trinta livros, naquele que é o momento mais animado das letras em Portugal. São números com algum significado, claro, mas o mais reconfortante é saber que, nas Correntes d’Escritas, os números são o menos importante. O que conta verdadeiramente são as conversas, as partilhas, as descobertas e as amizades que acabam por surgir entre um livro e outro. É isso que ficará, estou certa, na memória dos que se encontrarão na Póvoa a partir de amanhã.

A ‘emissão’ do Cadeirão Voltaire transfere-se, assim, para o norte. Se o portátil velhinho se aguentar, e se as vagas nos computadores forem aparecendo (o computador velhinho só escreve, não acede à internet), haverá actualizações regulares com impressões e registos do que for acontecendo. Até já.

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