Veio das terras de Proença-a-Nova, ao volante do Bibliomóvel, trouxe livros e cerejas e estacionou no Parque Eduardo VII. As cerejas aguçaram a curiosidade de quem foi passando, mas a conversa e a simpatia de Nuno Marçal e o interesse do projecto Bibliomóvel é que foram responsáveis pelo sucesso desta presença na Feira.

Quem não teve oportunidade de conhecer ontem o Bibliomóvel e o seu bibliotecário, pode acompanhar as suas deambulações pelas terras de Proença no blog Papalagui, onde Nuno Marçal regista alguns momentos do seu quotidiano de espalhar livros pelas aldeias (quotidiano que acaba por ser, também, feito de conversas, palavras de conforto, gestos de ajuda e prestação de informações essenciais a uma população que sabe bem o que significa a palavra isolamento). E pode (momento PUB) ler o artigo que assinei sobre Nuno Marçal e o Bibliomóvel no número de Maio da Ler, ainda nas bancas, um dos artigos que mais gostei de escrever desde que fiz disso a minha profissão.

gostava de saber o que achaste da presença do bibliomóvel da Biblioteca Municipal de Torres Novas que também esteve na Feira do Livro de Lisboa há uns dias.
Não posso dizer o que achei, porque não o encontrei.
Olá Sara!
Bem Haja pelas tuas palavras!
O teu artigo sobre a Bibliomóvel é sem dúvida uma peça muito bem escrita, onde conseguiste descrever de uma forma bastante fiel, as vivências quotidianas de uma “carrinha dos Livros” por terras e gentes de Proença-a-Nova.
Saudações Bibliotecárias-Ambulantes
Nuno Marçal
Bibliotecário-Ambulante