Correntes d’Escritas 2010: Quinta e sexta mesas

Sala cheia. De manhã, Héctor Abad Faciolince, Inês Botelho, Imma Monsó, José Carlos Barros e Pedro Pinto, moderados por Onésimo Teotónio de Almeida, vagueiam pelo tema “As palavras cercam-nos como um muro”. à tarde, Inma Luna, Ivo Machado, Jorge Melícias, Tiago Nené e valter hugo mãe, com a moderação ed Francisco José Viegas, tentam decidir se “O poeta é um predador” (uma vez mais, mas nunca demais, a partir de Agustina Bessa Luís). Da escrita como algo que exige tempo, para corrigir, pensar, escolher (Héctor Abad Faciolince) até à escrita como forma de reconstruir a ausência (Imma Monsó), passando pelos vários tipos de poetas predarores, do poeta-lobo ao poeta-anémona (Inma Luna), pela poesia juvenil como forma mais rápida de perder uma namorada, deixando de a ver por trinta e cinco anos (Ivo Machado) ou pela caça de bichos sem nunca sobre eles exercer qualquer espécie de mal (valter hugo mãe; e esta é uma paupérrima forma de resumir um texto que, à semelhança do que Manuel da Silva Ramos leu ontem, merecia publicação, para mais tarde recordarmos), houve de tudo. E, claro, houve as habituais, e nunca repetitivas, anedotas de Onésimo Teotónio de Almeida, a pressagiar uma audiência gargalhante na mesa que integrará amanhã.

One comment

  1. Só para a informar que o texto do Walter Hugo Mãe vai sair no JL na próxima edição!
    Parabéns pelas reportagens, ajudam a recordar momentos que foram muito interessantes …dá vontade de comprar os livros todos! Ai a crise.

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