Correntes d’Escritas 2010: Oitava mesa

“Duvido, portanto penso”, foi o tema que juntou João Paulo Sousa, Lourenço Pereira Coutinho, Paulo Moreiras, Vítor Buruty da Silva e Sérgio Luís de Carvalho, moderados por José Mário Silva. Paulo Moreiras torna a manhã hilariante com uma intervenção que anda à volta da nomenclatura sugestiva de muitos doces conventuais, a propósito da presença dos temas eróticos na gastronomia. E Sérgio Luís de Carvalho repete a proeza com a história da D. Isilda, que insiste em falar tchoque (não estou segura da ortografia), uma língua angolana que aprendeu nos anos sessenta, à conta de um susto que a fez perceber que a expressão facial e a linguagem corporal nem sempre chegam para compreender alguém que nos fala ‘em estrangeiro’. Será, talvez, por isso que por aqui todos os espanhóis e latino-americanos ensaiam o português, o mesmo fazendo os de fala portuguesa, e não consta que ninguém se desentenda.

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