Correntes d’Escritas 2010: fim de festa

O corpo pede descanso, depois das poucas horas de sono das últimas noites. Mas o que o corpo pede, a companhia, a conversa e o ambiente silenciam. Durante toda a noite, o bar do hotel Axis-Vermar permaneceu animado. E já de madrugada, uns poucos resistentes ganharam o privilégio de uma madrugada límpida (depois do mau tempo dos dias anteriores) e de um nascer do dia em pleno areal, com o Atlântico ali à frente. Não me lembro de um fim de festa mais perfeito, antes dos abraços de despedida à Manuela Ribeiro, ao Francisco Guedes e aos participantes que ainda ficavam (e já estavam acordados), e do autocarro que nos levou ao Porto.

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