Gostar de mapas

É uma mania partilhada por muita gente, mas gosto de achar que a minha pequena colecção de mapas é especial, sobretudo pela incorporação, de vez em quando, de velhos planos de cidades cujas ruas já mudaram, de nome e de traçado, há uns anos. Claro que mapas destes não têm utilidade prática, mas o seu encanto é infinito, sobretudo pela quantidade de narrativas que se guardam em cada linha apagada pelo presente. E depois há os mapas de museus, ou de restaurantes, ou aquele com as livrarias, alfarrabistas e bibliotecas de Lisboa, impresso em 1994, que pode bem servir de bússula para deslindar as mudanças, desaparecimentos e novas aparições no que à venda de livros na capital diz respeito.

No New York Times, Steven Heller escreve sobre dois livros tentadores para qualquer apreciador de mapas: Mappinng the World: Stories of Geography (Firefly) e The Map as Art: Contemporary Artists Explore Cartography (Princeton Architectural Press). Para ler aqui.

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