Feira do Livro de Lisboa

Visita rápida, ao fim do dia, para um primeiro olhar. Os alfarrabistas ainda não mostraram os livros mais apetecíveis, mas estão bem recheados; na ala esquerda (de quem sobe), a secção Relógio d’Água, Assírio & Alvim, Cotovia promete reincidir como zona mais visitada por este Cadeirão; a Tinta da China tem ofertas tentadoras e está na vizinhança de uma editora espírita (que, com os novos pavilhões, perdeu o seu grafismo inconfundível…); os alarmes da Leya, este ano, merecem ser gravados para memória futura (parece que uma ave tropical de grande porte aterrou no Parque e desatou a cantar); as luzes estroboscópicas dos espaços da Porto Editora prometem desencadear convulsões nos visitantes nocturnos; o espaço das Bibliotecas de Lisboa merece uma visita mais atenta e a happy hour dos livros, afinal só começa na segunda-feira que vem. No sobe e desce do Parque, houve tempo para encontrar editores felizes pelo começo da Feira, leitores encantados com a oferta e jornalistas desapontados com o adiamento da tal happy hour. As farturas mantiveram-se à distância. A carteira ainda não se ressentiu, mas desconfio que amanhã vai começar a ressentir-se.

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