“Qual foi o génio que inventou o banco público? No nosso mundo cada vez mais controlado, dirigido e digitalizado, o banco público de madeira é um oásis de liberdade no meio da cidade. No banco pode ler, dormitar, comer a sua sanduíche, meditar e reflectir sobre a vaidade dos desejos humanos.”
Tom Hodgkinson e Dan Kieran, O Livro dos Prazers Inúteis, Quetzal (p.39)