Pátrias

É um tema complicado, este das pátrias, sobretudo quando não se acredita muito nelas. Ainda assim, e porque a vida seria uma chatice sem as contradições que nos alimentam, faz hoje dez anos que saí à rua, em Santiago, celebrando, mais do que o Dia da Pátria Galega, a herança e a memória dos que lutaram pelo reconhecimento, pela sobrevivência e pela livre expressão da sua língua e da sua cultura. E hoje, dez anos depois, só não repito a saída porque estou aqui pelo sul e seria estranho andar por aí a recitar as palavras de Castelao com uma bandeira azul e branca (não confundir com a outra) com uma estrela vermelha no centro.

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