Correntes d’Escritas 2011: livros que voam

Não há nada de poético no título deste post. Como as Correntes também se fazem dos pequenos episódios e da partilha de histórias e anedotas à volta dos livros, não resisto a registar que esta tarde, durante a terceira mesa do encontro, um livro voou, literalmente, do balcão do auditório para a plateia. Felizmente, ninguém se magoou, e por isso conto o sucedido em tom anedótico. Registo igualmente que o livro era da autoria de Gonçalo M. Tavares. E só não registo quem o deixou cair porque isto é um blog sobre livros e leituras, e não uma agência de delacção…

3 comments

  1. O acontecimento passou-me ao lado, com pena… Nesse instante estava certamente distraído, intrigado com a minha “companheira de carteira” nos seus 77 anos a tirar notas num papel. É um episódio frequente das correntes, idosos (que foram ao cabeleireiro no dia anterior, e com as unhas carregadas de verniz) incensáveis a tomar notas. Acho louvável essa frescura e vontade.

    Excepto esse lançamento, houve outros memoráveis momentos que merecem o destaque aqui.

    Mário Lúcio Sousa com a chamada de atenção que a correcção excessiva dos livros, pode levar à estandardização dos mesmos. Instrumentos, segundo ele, de anulação do autor em detrimento de um público., e também o David Toscana.

    Bem, até amanhã

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