Correntes d’Escritas 2011: terceira mesa

O verso escolhido para mote da terceira mesa era de Josá Tolentino Mendonça (de O Viajante Sem Sono): “A minha arte é uma espécie de pacto”. Com moderação de Rui Zink, David Toscana, Juva Batella, Luís Represas, Manuel Jorge Marmelo, Mário Lúcio Sousa e Ricardo Romero confirmaram a justeza do mote, entre o pacto wertheriano de David Toscana e o pacto alimentar de Manuel Jorge Marmelo, que confessou que o seu pacto é, acima de tudo alimentar, porque há que garantir o prato e, sobretudo, a Quinta da Bacalhoa.

Pelo meio, lançou-se um livro (e fonte seguríssima confirmou-me há pouco que foi o Aprender a Rezar Na Era da Técnica, o que só mostra o bom gosto de acidentes como este), mas disso já falei.

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