Feira do Livro de Lisboa 2011: o fim de semana foi assim

Sol, apesar da ameaça cumprida de um ou outro aguaceiro, descobertas inesperadas (ainda existem alguns livros de Francisco de Holanda na Livros Horizonte, e custam poucas moedas), compras planeadas e outras por impulso (as promoções da Assírio e da Relógio d’Água são muito tentadoras), listas de compras futuras que cresceram, um encontro com a Ovelha Choné, duas farturas (uma em cada dia, mas ainda assim), vários reencontros, porque os amigos também são amigos dos livros e acabam sempre por ir parar à Feira, debates que deram que pensar, calças sujas de relva, porque as crianças já gostam da Feira e há que rebolar com elas, e jogar à bola e improvisar descobertas por entre visitas às editoras, um autor recém-estreado a fazer de livreiro no espaço da Quetzal, o espaço das Bibliotecas Municipais de Lisboa sempre cheio, e ainda bem, técnicas para comer sandes demasiado grandes sem sujar a roupa e catálogos, muitos catálogos, impressos, cheios de títulos, coisa que parece do século passado mas que alegra qualquer visita à Feira. Durante a semana vêem-se melhor os livros e passeia-se com mais calma e menos gente, mas o fim-de-semana na Feira do Livro é um ritual difícil de evitar.


Pedro Vieira, autor de Última Paragem, Massamá, regressa ao papel de livreiro e aconselha os leitores da Quetzal.

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