O Ah, a Literatura! foi à Feira

Começa com Bernard Quiriny e segue para uma conversa com Rentes de Carvalho, mas pelo meio há a Feira do Livro, com troça q.b. aos grupos editoriais e às suas praças fechadas, bonecos felpudos e comida portátil. E aqui reside a minha discordância: qualquer pessoa de bom gosto sabe que as únicas farturas que prestam na Feira do Livro são as das barraquinhas do topo do Parque, com o nome marialva de Scalabitano, e que as melhores bifanas, pitta shoarmas e afins são as que se encontram nas Noites de Luar. Há coisas em que não podemos transigir.

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2 comments

  1. Tem muita razão, sim senhora. Mas a equipa de reportagem tentou estabelecer contacto com as barraquinhas referidas e não teve qualquer sucesso. Optámos pelos que foram mais simpáticos :). Beijinho.

  2. Assim sendo, estão ‘perdoados’, o que não anula a convicção das minhas opiniões gastronómicas sobre as barraquinhas da Feira do Livro (as de comida, entenda-se).

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