A saga das Billy


© Dave Simonds

A revista The Economist decidiu começar um artigo dizendo que o facto de o IKEA estar a preparar novos modelos das estantes Billy era um sinal esclarecedor sobre as mudanças no mundo do livro, assim como quem diz que já estamos todos a pegar fogo à biblioteca para a substituir por belos aparelhos electrónicos de leitura. Palavra de Economist que foi rapidamente difundida – e claramente aumentada –  por jornais de referência (por exemplo, aqui) e por uma miríade de blogs, sites, tweets e outras coisas com nomes foneticamente esquisitos. Entretanto, houve alguém que fez o mais elementar: perguntou ao IKEA. E a resposta é um bocadinho diferente daquele quadro de fim dos tempos que a Economist anunciou e outros órgãos de comunicação ampliaram. O que realmente interessa é que as velhas Billy vão continuar a ser fabricadas tal como até agora.

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