Muito mais do que um amontoado de listas pedidas aos colaboradores e rapidamente esquecidas, o balanço da New Yorker sobre o ano que agora acaba inclui os livros, as exposições, as peças de teatro, mas igualmente os acontecimentos, os movimentos e as reflexões sobre o que mudou e o que ficou. Para ler aqui, invejando quem pode comprar a New Yorker à porta de casa no dia em que ela sai e meditando naquela coisa de os nossos ministros e secretários de estado quererem ver-nos daqui para fora.
Anúncios
