Correntes d’Escritas 2012: Quinta Mesa

Sexta-feira, dez da noite. A temperatura nas esplanadas junto às praias é muito convidativa e contrasta com o calor insuportável que se respira no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, mas é o auditório que está cheio, com gente ocupando todos os pedaços livres de chão. E vieram para ouvir Afonso Cruz, Ana Luísa Amaral, Júlio Magalhães, Manuel Moya, Rui Zink e Valter Hugo Mãe, com moderação de Henrique Cayatte, falarem sobre o tema “a escrita é um investimento inesgotável no prazer”. Sobre a mesa propriamente dita quero escrever mais tarde, a partire dos apontamentos que tirei no caderno, numa posição realmente desconfortável e com vários pescoços alheios na minha linha de visão (até porque são quase quatro da manhã e daqui a nada já começa mais uma mesa), mas posso dizer que houve declarações de amor, convites à partilha de camas, histórias de suicidas capazes de despertarem muita simpatia, honestidade a toda a prova, delírios ainda por catalogar e a voz inimitável de Ana Luísa Amaral lendo um texto que ainda está por aqui a ecoar.

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