Intervalo

Depois da pausa natalícia, e com cuidado para não deixar no papel vestígios de tantos fritos açucarados, é tempo de regressar às leituras, nomeadamente às que chegaram pela chaminé. Como as maravilhas anunciadas da tecnologia digital ainda não permitem partilhas desse género, deixo-vos com um conto de Mo Yan publicado na New Yorker enquanto me dedico às palavras de George Steiner em A Poesia do Pensamento (Relógio d’Água), que me chegou pelo Natal, contrariando a ideia generalizada e injusta de que é muito difícil oferecer-me livros.

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