Cabem num bolso, ficam a matar se o bolso for de uma daquelas canadianas soixante-huitard (mas vão bem com qualquer vestimenta), e andam há seis décadas a espalhar boa literatura por qualquer lugar onde se leia francês. O catálogo é quase infinito, vai da literatura medieval aos contemporâneos e ainda passa pelo ensaio e pela divulgação, e o nome, Livre de Poche, é sinónimo de boas leituras em troca de pouco dinheiro. Está tudo aqui, no Le Monde.

ficam a matar se o bolso for numas jean’s muito justinhas que estrangulem os tomates….
de resto quem lê o livre de poche?
e se vamos a isso a colecção de livros de bolso da europa américa é do início da década de 40 dava 70 anos se a europa américa inda fosse viva
ou a colecção vampiro dos livros do brasil era de 47…ora 1947 .+60 anos chegou a 2007 e mais uns aninhos
nã era peciso ir buscar uma editora française de pedantes a penantes
Caro anónimo que assina John Dalton,
sobre calças justas e tomates apertados não tenho muito a dizer.
Sobre o Livre de Poche, imagine que conheço algumas pessoas que o lêem, e que fui conhecendo várias outras que o fazem há muito e que até recomendam volumes (por exemplo, tive professores de francês que o fizeram e por isso lhes agradeço). Saber que há livros de bolso portugueses não me parece critério para provocar o silêncio sobre o Livre de Poche. Podemos falar dos exemplos que dá e de vários outros, da Colecção das 3 Abelhas aos Livros de Horas manuelinos, com alguma boa vontade, e então? LI um artigo sobre os 60 anos do LIvre de Poche e apeteceu-me partilhá-lo com os meus leitores. O facto de serem livros feitos fora de Portugal não me traz nenhuma dor de alma, nem partilho do mote ‘o que é nacional é bom’ a todo o custo.
Cumprimentos.