FilBo 2013

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Não há como ter uma percepção clara do tamanho, dos limites e da morfologia da cidade de Bogotá. Dizer que é grande é pouco quando olhamos para o mapa e um percurso que arriscaríamos dizer que demora uns minutos a fazer, assim como quem vai do Marquês de Pombal ao Saldanha, revela-se um percurso que demora meia hora de carro.

A chegada ao espaço da Feira faz-se por entre centenas de pessoas que fazem fila para comprar uma entrada na FilBo (7000 pesos, cerca de 3,5 euros) e fica a impressão de que o livro é um bem com procura intensa em terras colombianas. O Pavilhão de Portugal tem três mil metros quadrados, mas não é a grandeza que impressiona e sim o facto de estar cheio de gente, e gente interessada em descobrir ou conhecer melhor a literatura e a produção editorial portuguesa. Nos vários espaços que compõem o pavilhão vêem-se miúdos acomodados pelo chão a ouvirem falar sobre literatura portuguesa, gente de todas as idades a experimentar os vários adereços do espaço da Pato Lógico (um deles permite experienciar algo parecido com o mar, o que tem um peso significativo para várias pessoas que nunca visitaram a costa), muita gente a ouvir Zeferino Coelho falar sobre a sua actividade editorial, e a fazer perguntas, muitas. É apenas a primeira impressão, porque ainda há muito para ver, mas fica este primeiro registo.

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2 comments

  1. Tudo benzinho, tudo no melhor dos mundos. Levou o “Cândido” do Voltaire, ou o estilo panglossiano sai-lhe assim naturalmente?

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