Albert Camus, cem anos depois

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Os dois primeiros Camus que comprei e li vieram da Barateira, Os Justos (tradução e prefácio de António Quadros) e A Morte Feliz (tradução de José Carlos González), ambos com capas de Infante do Carmo em edição de capa dura da Livros do Brasil (não encontro referência ao ano da edição). No dia em que se assinala o centenário do autor, não consigo deixar de pensar nos livros que descobri na Barateira e no facto de esta livraria preciosa já não existir para permitir descobertas juvenis tão importantes como esta foi para mim.

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