Macau na Rota das Letras

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O Rota das Letras abriu portas depois da imprescindível dança do leão e da cerimónia do corta-fitas. Na primeira sessão, Clara Ferreira Alves e Yan Geling falaram sobre viagens e literatura, com alguma sensação de lost in translation pelo meio, talvez inevitável na aproximação de duas línguas com estruturas tão distintas.

Depois de uma edição que envolveu profundamente a cidade e parte dos seus muitos habitantes, as expectativas para este ano são elevadas. O programa continua hoje, com visitas dos escritores a escolas, um recital de poesia, um concerto e a abertura da feira do livro.

One comment

  1. Pois é, o início da fala de Yan Geling descrevendo a conhecida chegada de Jorge Álvares a Macau, me pegou de surpresa. Naquele momento eu tentava articular um discurso coerente em que relacionasse à resposta dos pescadores (A-ma, nome do templo) ao nome dado pelos portugueses a este território (Macau). Imagine a cena de Jorge Álvares a perguntar gesticuladamente:
    – Qual o nome deste lugar? Que lugar é este?
    Os pescadores responderam apontando:
    – A-ma!
    E assim, o território passou a ser denominado de Macau, o nome do templo dedicado à padroeira dos pescadores de toda a costa leste asiática.

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