A Porquinha Pepa entre os incensos

No templo de Hong Kung, reverência e muralhas de fumo. A nesga de céu, os gestos do sacerdote taoista que consagra os amuletos, as espirais penduradas em perpétua busca de um centro qualquer. Três passos por entre o silêncio e uma senhora no balcão do canto, tomando conta do deve e do haver dos incensos, do dinheiro falso e de algumas esperanças vãs. Ao lado, uma criança vê televisão e o quotidiano insurge-se contra tanta cerimónia. No écrã, a Porquinha Pepa. No templo, tudo está certo porque tudo é capaz de ser uma só coisa.

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